segunda-feira, 30 de abril de 2018

Arte de LUSCAR

Camerone 2018 ---Wikipédia dixit


Resultado de imagem para legion etrangere marche ou creve

Legião Estrangeira Francesa

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Légion Étrangère
Brasão de armas da Legião Estrangeira
País França
ForçaExército Francês
Efetivoc. 7.700 homens em onze regimentos e uma sub-unidade.
Centro de ComandoAubagne (Quartel General)
Calvi (2° Regimento Estrangeiro de Paraquedistas)
França Metropolitana (5 regimentos)
Guiana Francesa (3° regimento de infantaria)
Emirados Árabes Unidos(13° Demi-Brigada)
Mayotte (Destacamento)
Lema"Legio Patria Nostra" (A Legião é nossa Pátria)
"Honneur et Fidélité" (Honra e Fidelidade)
"Marche ou crève" (Marche ou morra)
HinoLe Boudin


InsígniaGrenade legion.svg
Legionários uniformizados: ombreiras vermelhas sob paramentos verdes, faixa azul na cintura e quepe branco característicos. Eles portam o fuzil de assalto FAMAS.
Legião Estrangeira Francesa é uma unidade militar da França, criada no século XIX, atualmente uma tropa de elite. É a mais famosa legião estrangeira ainda em operação no mundo.
A sua função sempre foi a de defender os interesses da França junto às suas colônias na África, no oceano Pacífico, na América do Sul e no Caribe.

História[editar | editar código-fonte]

A primeira Legião (1831)[editar | editar código-fonte]

Após o Congresso de Viena (1815), a Europa como um todo conheceu um período de turbulências e agitações. Na França, após a Revolução Liberal de 1830, o rei Carlos X de França foi deposto e as tropas estrangeiras que estavam sob o seu controle passaram a servir a Luís Filipe I de Françaque as transformou na Legião Estrangeira Francesa, a conselho do marechal Soult, ministro da Guerra, por Decreto de 10 de março de 1831:
"Louis Philippe, Roi des Français. Ordennance du 10 Mars 1831. A tours, présents et à venir, salut. Sur le rapport de nobre Ministre, Secrétaire d’Etat au Département de la Guerre, Nous avons ordonné et ordonnons ce qui suit: Il sera formé une légion compossé d’etrangers. Cette Légion prenda la dénomination de Légion Etrangère."
Reuniam-se, deste modo, os diferentes corpos estrangeiros do Exército francês, incluindo as Guardas Suíças (oriundas da Paz Perpétua, assinada em 1516, após a Batalha de Marignano), e o Regimento Hohenlohe. As antigas Guardas Suíças e o Regimento Hohenlohe constituíram o 1º Batalhão; os 2º e 3º batalhões foram destinados a receber suíços e alemães; o 4º, a espanhóis e portugueses; o 5º, a sardos e italianos; o 6º, a belgas e neerlandeses; e o 7º, a polacos.
Com esta medida, o governo esperava que uma força composta principalmente por estrangeiros pudesse absorver a massa de refugiados que nos últimos anos vinha inundado o país. Pesou na decisão a possibilidade da nova força poder ser enviada para defender os interesses neocoloniais Franceses na Argélia, liberando as tropas regulares para proteger a figura do rei, no trono da França.
O local escolhido para sediar a nova força foi a povoação de Sidi Bel Abbès, na Argélia. Na França, os primeiros quartéis da Legião foram implantados em LangresBar-le-DucAgen e Auxerre.
De início, a Legião constitui-se em um meio eficaz para retirar aos elementos mais indesejáveis da sociedade francesa do século XIX. As suas fileiras foram preenchidas com criminosos, fugitivos, mendigos e imigrantes indesejados. A formação de um legionário era muito precária. O seu equipamento, vestuário, alimentação e soldo eram sumários, razões que não despertavam lealdade ou motivação. Os homens que se juntavam à Legião, faziam-no mais por desespero ou instinto de sobrevivência do que por patriotismo. Por essa razão, as primeiras campanhas provocaram severas perdas entre as suas fileiras. Para contornar esses problemas imediatos a Legião desenvolveu uma disciplina muito severa, excedendo em muito aquela imposta às tropas francesas regulares.

Argélia: o batismo de fogo (1832)[editar | editar código-fonte]

O batismo de fogo da Legião deu-se em 27 de abril de 1832, durante operações do 3º Batalhão na Argélia, integrado por suíços e alemães. Em novembro do mesmo ano a Legião enfrentaria um novo oponente, Adl El-Kader, que combatia pela liberdade da Argélia, na batalha de Sidi-Chabal.

Espanha: a Guerra Carlista (1835-1839)[editar | editar código-fonte]

Durante a Guerra Carlista, o ministro do Interior francês, Adolphe Thiers, convenceu o seu governo a enviar a Legião Estrangeira para a Espanha, com a finalidade de auxiliar a rainha Isabel II de Espanha. A 8 de junho de 1835, o Rei Luís Filipe deu a sua autorização, sendo a Legião desligada do Exército francês a 28 do mesmo mês. No dia seguinte, a Divisão Francesa Auxiliar assim composta, rumou para o novo destino. Nas batalhas que enfrentou, sem novo recrutamento, mal equipada e mal remunerada, a Divisão combateu sem reforços até que, em 1839, a rainha espanhola deu licença aos seus últimos sobreviventes.

A nova legião (1835)[editar | editar código-fonte]

Ainda em 1835, a 16 de dezembro, o soberano francês criou uma nova Legião Estrangeira, passando a antiga a ser conhecida como "a antiga Legião". Formaram-se, desse modo, três batalhões, para sustentar as posições francesas na Argélia. O primeiro foi formado em Pau, assumindo Marie-Alphonse Bedeau o comando, a 3 de fevereiro de 1836. Com um mês de atraso, o Estado-maior do batalhão e as duas primeiras companhias foram formadas. Seis outras companhias foram formadas no mês de junho desse mesmo ano. No mês de agosto, entretanto, o batalhão foi dissolvido, tendo o governo proposto aos oficiais, suboficiais e legionários irem servir na Espanha, nas fileiras da Divisão Francesa Auxiliar, que ali combatia há um ano. Os voluntários para a Espanha constituíram um novo batalhão, que se dirigiu a Pamplona, sob o comando do Tenente-coronel Conrad.
Ainda assim, estrangeiros continuam a ser recrutados pelo Exército francês, sendo formadas novas companhias de depósito em Pau. Em outubro de 1836, um total de seis companhias estava formado, logo seguidas por mais duas em novembro. O novo batalhão foi colocado sob o comando de Bedeau. A 5 de dezembro o batalhão partiu de Pau para Toulon, onde embarcou para a Argélia.
O segundo batalhão foi formado em Julho de 1837. Após a tomada de Constantina, em Outubro de 1837, durante a qual o primeiro batalhão se destacou, Bedeau foi promovido a Tenente-coronel, sendo autorizada a formação de companhias de elite. Posteriormente, em 1840, diante do retorno dos sobreviventes da guerra na Espanha, foram criados um quarto batalhão (em Pau) e um quinto batalhão (em Perpignan), para reforço das tropas no Norte de África. Em recompensa pelos seus feitos de armas, a Legião recebeu, a 17 de Junho de 1840, a bandeira que tinha sido entregue, em 1832, à primeira Legião.
A nova Legião lutou no norte da África, na Guerra da Crimeia (1853-1856), na Itália (1859), no México (1863), na Guerra Franco-Prussiana (1870) e em muitas campanhas coloniais. Do mesmo modo, teve papel importante nas duas guerras mundiais, consolidando a sua reputação. Na Primeira Guerra Mundial (1914-1918) perdeu 115 oficiais e 5.172 legionários, sendo o seu Regimento de Marcha o mais condecorado do Exército francês. Na Guerra da Indochina, na Batalha de Dien Bien Phu (1954), sete batalhões da Legião foram subjugados pelo Vietminh, sem jamais se renderem. Posteriormente atuou novamente na Argélia e na crise do Canal de Suez (Egito1956).

A Guerra da Crimeia (1853-1856)[editar | editar código-fonte]

A Legião seguiu para a Guerra da Crimeia a 27 de junho de 1854, quando dois regimentos embarcaram a bordo do ‘’Jean Bart’’. Posteriormente o 3º regimento e o depósito do regimento partiram para instalar-se em Bástia, na Córsega, a fim de constituir o depósito de guerra destinado a reforçar os dois regimentos na Crimeia.
Os dois regimentos integraram a "Brigada Estrangeira", engajando-se na batalha de Alma (20 de setembro de 1854) e no cerco a Sebastopol durante o Inverno de 1854-1855. Nesta fase da campanha, a falta de equipamento foi particularmente sentida e o cóleradizimou o corpo expedicionário. Entretanto, os “barrigas de couro” (apelido dado pelos russos aos Legionários uma vez que usavam a sua cartucheira sobre o ventre) comportaram-se bravamente. A 21 de junho de 1855, as companhias do 3.º Regimento e todos os efetivos disponíveis na Córsega chegaram ao teatro de operações na Crimeia. A 8 de setembro, lançou-se o assalto final e o 1.º e o 2.º Regimentos Estrangeiros, com suas bandeiras, desfilaram pelas ruas de Sebastopol conquistada.

A campanha da Itália (1859)[editar | editar código-fonte]

A Legião defendeu os interesses da França, participando na campanha da Itália, tendo se destacando particularmente na batalha de Magenta, a 4 de junho de 1859. Ainda nesse mês, a 24, defrontou-se com as tropas austríacas durante a batalha de Solferino.

A campanha do México (1863-1866)[editar | editar código-fonte]

Afirma-se que a participação da Legião na Campanha do México decorreu como punição a uma petição formulada pelos seus oficiais, dirigida ao ministro da Guerra.
De qualquer modo, o regimento enviado desembarcou a 25 de Março de 1863, recebendo a missão de escoltar comboios de suprimentos entre Veracruz e Puebla. Foi neste contexto que a 3ª Companhia se cobriu de glória na chamada Batalha de Camarón, a 30 de abril.
Posteriormente, o regimento deslocou-se para o interior, sendo reorganizado em quatro batalhões (1864). Em paralelo, o quartel-general da Legião foi transferido de Sidi Bel Abes para Aix-en-Provence, a fim de facilitar o recrutamento e o envio de reforços para o México.
De dezembro de 1864 a fevereiro de 1865, as unidades do regimento participaram do cerco a Oaxacca.
3 de julho de 1866, as 3ª e 5ª Companhias do 4º Batalhão engajaram-se em um combate comparável ao de Camarón. Sob as ordens do capitão Frenet, cento e vinte e cinco legionários cercados na Hacienda de Incarnación bateram-se durante quarenta e oito horas vitoriosamente contra uma força de mais de seiscentos mexicanos.
O acordo originalmente celebrado com o imperador Maximiliano do México estipulava que a Legião Estrangeira deveria ficar a serviço do México. Entretanto, como a campanha francesa naquele país se converteu num desastre, os sobreviventes retornaram à França. O total de perdas na campanha ascendeu a vinte e dois oficiais, trinta e dois suboficiais e quatrocentos e quatorze legionários.

A Guerra Franco-Prussiana (1870-1871)[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Guerra franco-prussiana
Com a eclosão da Guerra franco-prussiana (19 de julho de 1870), que se desenvolveu em solo francês, confrontando a França e a Prússia, a Legião, por princípio, não deveria intervir. Adicionalmente, não seria correto solicitar aos mercenários de língua alemã, que se batessem contra seus irmão de língua. Entretanto, a situação tornou-se tão crítica que o governo francês fez uma chamada aos legionários na Argélia.
Dois batalhões foram formados para partir para a Metrópole. Os legionários alemães, a bandeira do regimento e a banda de música permaneceram guarnecendo Sidi-Bel-Abbès. Neste período, um 5º batalhão foi formado em solo francês para incorporar os estrangeiros que quisessem servir a sua pátria de adoção. Este se distinguiu particularmente por sua bravura quando da batalha de Orléans, a 10 de outubro.
Os batalhões chegados da Argélia mesclaram-se com os sobreviventes dos combates de Orléans, mas conheceram a derrota diante do invasor. Os remanescentes da unidade participaram na repressão à Comuna de Paris, entre abril e maio de 1871. A 11 de junho, o regimento estrangeiro constituído para o conflito deixou de existir e os demais remanescentes retornam para o quartel-general da Legião, na Argélia.

O Protetorado de Tonkin (1883-1885)[editar | editar código-fonte]

18 de novembro de 1883, uma primeira força de seiscentos legionários desembarcou no golfo de Tonkin, juntando-se às forças do almirante Courbet que lutavam contra os Pavilhões Pretos (do chinês “Hei qi jun”), tropas vietnamitas irregulares empregadas pelos Chineses na Indochina contra os Franceses.
A partir de fevereiro de 1884, com o reforço do 2º Batalhão, os Legionários conquistam a fortaleza de Barca Ninh, e a 16 de dezembro,e a cidadela de Son-Tay. A 1 Janeiro de 1885, os 3º e 4º Batalhões do 1º Regimento Estrangeiro chegam a Tonkin e são integrados ao 2º Batalhão. Assim reforçados, de 26 de janeiro a 3 de Março, sustentam um severo cerco na cidadela de Tuyen Quang. O 3º Batalhão destacou-se quando da tomada Lang Seu a 4 de Fevereiro. O 4º Batalhão, desembarcado em Formosa em Janeiro de 1885 combateu os Chineses até ao armistício franco-chinês de 21 de Junho de 1885, juntando-se em seguida ao seu corpo em Tonkin.

Benim (1892-1894)[editar | editar código-fonte]

Em 1892, o rei Behanzin ameaçou Porto Novo e a França decidiu intervir. Um batalhão estrangeiro foi constituído a partir de duas companhias, sob o comando do 2º. Regimento Estrangeiro, sob as ordens do comandante Faurax. De Cotonou, os legionários tinham como missão conquistar a capital, Abomey, no que consumiram dois meses e meio. Ao final, a cidade capitulou sendo o rei capturado pelos legionários (Janeiro de 1894).

Sudão (atual Mali) (1892-1893)[editar | editar código-fonte]

Uma companhia estrangeira foi formada a partir do 2º. Batalhão Estrangeiro e transportada a Kayes a fim de se apresentar aos sultões Ahmadou e Samory Touré. Uma vez cumprida a sua missão com sucesso, a companhia foi dissolvida (24 de Junho de 1893).

Guiné (1894)[editar | editar código-fonte]

Um batalhão foi constituído de duas companhias dos dois regimentos estrangeiros no início de 1894 para pacificar o Níger. A vitória dos legionários na fortaleza de Quíloa e as patrulhas de polícia na região aceleram a pacificação das tribos locais.

Madagáscar (1895-1905)[editar | editar código-fonte]

Em 1895, um batalhão foi formado a partir do 1º. e do 2º. Regimentos Estrangeiros, sendo enviado a Madagascar a fim de integrar o Corpo Expedicionário que ali iria pacificar uma revolta.
O batalhão estrangeiro constituiu-se na ponta de lança da coluna então empregue, retornando à Argélia em Dezembro de 1895. Mas, a partir de 1896, o general Galliéni, chamado a submeter uma segunda revolta malgaxe, pediu um reforço de 600 Legionários a fim de poder "morrer convenientemente" se fosse o caso. Um novo batalhão foi então formado demorando-se a operação de pacificação até 1905.

A batalha de Dien Bien Phu (1954)[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Batalha de Dien Bien Phu
Em 1954, as tropas da Legião foram enviadas para colaborar na defesa de Dien Bien Phu, no nordeste do Vietnã, contra os comunistas que lutavam pela independência. Dos cerca de 17.000 homens da guarnição, 10.000 eram Legionários. Cercados pelos vietnamitas, suportaram oito semanas de bombardeio de artilharia antes do ataque final. Nas últimas horas de batalha, quatrocentos legionários foram forçados a lutar à baioneta, tendo apenas setenta sobrevivido.

A resistência na Argélia (1961)[editar | editar código-fonte]

Em 1961, após uma prolongada luta contra os nacionalistas argelinos, o 1º Regimento de Paraquedistas Estrangeiro rebelou-se contra a decisão do governo francês de se retirar do Norte de África, onde a Legião tivera o seu Quartel-General durante mais de um século.

Condições para o alistamento[editar | editar código-fonte]

O processo seletivo é feito unicamente no quartel do 1º Regimento Estrangeiro em Aubagne, cidade a cerca de vinte quilômetros de Marselha, no sul da França.
Alternativamente, informações podem ser obtidas em um Posto de Informações da Legião Estrangeira (PILE), disponíveis nas cidades francesas de AubagneBordeauxLilleLyonMarseilleMetzNantesNiceParisPerpignanReimsRouenStrasbourg e Toulouse.
A seleção ocorre unicamente em solo francês "hexagonal", os voluntários não podem se alistar na Guiana Francesa.
Para participar do mesmo é necessário:
  • ser do sexo masculino;
  • ter entre dezessete e quarenta anos;
  • portar um documento de identidade válido internacionalmente, ou seja, um passaporte válido;
  • Não precisa ser solteiro pra se alistar;
  • Não é obrigatório falar o francês, pois aprenderá durante o ofício.
Em qualquer PILE em que um candidato se apresente fará um exame pré-seletivo, em um hospital local, militar ou civil. Caso aprovado, o candidato aguardará no próprio PILE que se forme um grupo com vários candidatos, a serem encaminhados ao quartel do 1º RE em Aubagne. Nesse ínterim, os candidatos farão serviços de limpeza e manutenção geral, coordenados pelo pessoal local. O grupo formado, enviado a Aubagne, ficará alojado em regime fechado no Centro de Seleção e Incorporação (CSI), e ali receberá escova e pasta de dentes, sabonete, toalha, cueca, agasalho esportivo e alojamento, enquanto faz os testes definitivos de aptidão para engajar-se.

Treinamento básico do legionário[editar | editar código-fonte]

O treinamento básico é conduzido pelo 4º Regimento da Legião Estrangeira e tem uma duração de 15 semanas:
  • Treinamento inicial de 4 semanas — iniciação ao estilo de vida militar; atividades de campo; aprendizado das tradições da Legião Estrangeira;
  • Marcha do "quépi branco" e cerimonia de graduação — 1 semana;
  • Treino técnico e prático, alternando entre quartel e campo — 3 semanas;
  • Treino em montanha (chalé Formiguère na região dos Pirenéus franceses) — 1 semana;
  • Novo treino técnico e prático, alternando entre quartel e campo — 2 semanas;
  • Exames e obtenção do certificado técnico elementar — 1 semana;
  • Marcha do final do treinamento básico — 1 semana;
  • Escola de veículos pesados e caminhões — 1 semana;
  • Retorno a Aubagne antes da partida para o regimento onde irá servir — 1 semana.